segunda-feira, 8 de junho de 2015

Mandioca

As atividades tiveram como ponto norteador a Lenda da Mandioca que, além de explorar a cultura indígena e incentivar a alimentação saudável, também possibilitou explorar os sentidos do paladar, tato, olfato, visão e audição. Depois de ouvirem a estória, as crianças da turma EI-53, manusearam, cheiraram e degustaram a mandioca. Este alimento, mais conhecido pelos cariocas como, aimpim foi a sensação da semana! 

O Brasil é a terra natal da mandioca. Do centro do país, o tubérculo se espalhou por mais de 100 nações desde a chegada dos portugueses. Sua importância era tanta nos tempos de colônia que o padre José de Anchieta a batizou como o "pão da terra". Citada na carta de Pero Vaz de Caminha, ela acabou adotada pelos lusitanos. "Não fosse sua presença, a ocupação das terras brasileiras teria sido mais difícil", diz Joselito Motta. Não à toa, o historiador Luís da Câmara Cascudo chamou a planta de a "rainha do Brasil."

  • A mandioca é uma raiz com alto valor energético (cada 100 gramas possui 150 calorias).
  •  Possui sais minerais (cálcio, ferro e fósforo) e vitaminas do Complexo B. 
  • Possui uma casca fina na cor marron, sendo que a parte interna é branca.
  • De janeiro a julho ocorre o período de safra da mandioca.
  • A mandioca é a base da alimentação de muitas tribos de índios do Brasil.
  • De acordo com a região do Brasil ela possui nomes diferentes: macaxeira, aipim, castelinha, macamba etc.
  • A mandioca-brava é uma espécie venenosa e não pode ser consumida sem a retirada do veneno.
  • A farinha de mandioca é muito utilizada na culinária brasileira. A tapioca, alimento de origem indígena, é produzida com a farinha de mandioca.
  • O polvillho também é produzido a partir da mandioca.

A LENDA DA MANDIOCA

CONTA-SE QUE UMA ÍNDIA TEVE UMA LINDA FILHINHA CHAMADA MANI. A MENINA ERA MUITO BONITA E DE PELE BEM CLARA. ERA AMADA POR TODOS. APÓS UM ANO DE VIDA, A PEQUENA FICOU DOENTE.  MANI PARECIA ESCONDER UM MISTÉRIO, ERA UMA MENINA MUITO DIFERENTE DO RESTANTE DAS CRIANÇAS, VIVIA SORRINDO E TRANSMITINDO ALEGRIA PARA AS PESSOAS DA TRIBO. UMA BELA MANHÃ, A CRIANÇA NÃO CONSEGUIU SE LEVANTAR DA REDE. TODA A TRIBO FICOU ALVOROÇADA. A NOTÍCIA CHEGOU AOS OUVIDOS DO PAJÉ, E ESTE FOI ATÉ A OCA DA FAMÍLIA DE MANI E DEU ERVAS E BEBIDAS À MENINA. FOI FEITO DE TUDO PARA SALVÁ-LA. MESMO ASSIM, NEM AS REZAS DO PAJÉ, NEM OS SEGREDOS DA MATA VIRGEM, NEM AS ÁGUAS PROFUNDAS E MUITO MENOS A BANHA DE ANIMAIS RAROS PUDERAM EVITAR A MORTE DE MANI. A MENINA MORREU COM UM LONGO SORRISO NO ROSTO. OS PAIS RESOLVERAM ENTERRÁ-LA NA PRÓPRIA OCA ONDE MORAVAM, POIS ISSO ERA COSTUME DOS ÍNDIOS TUPIS. REGARAM SUA COVA COM ÁGUA, MAS TAMBÉM COM MUITAS LÁGRIMAS DEVIDO À SAUDADE.                                                                 
NO LOCAL EM QUE ELA FOI ENTERRADA, NASCEU UMA BONITA PLANTA. ERA ESCURA POR FORA E BRANQUINHA POR DENTRO, LEMBRANDO A COR DA FALECIDA MANI. A MÃE CHAMOU O ARBUSTO DE MANIVA, EM HOMENAGEM À FILHA. OS ÍNDIOS PASSARAM A UTILIZAR A TAL PLANTA PARA FABRICAR FARINHA E CAUIM, UMA BEBIDA DE GOSTO FORTE. A PLANTA FICOU CONHECIDA ENTÃO COMO MANDIOCA, MISTURA DE MANI E OCA (CASA DE ÍNDIO). POR SER TÃO ÚTIL, TORNOU-SE  UM SÍMBOLO DE ALEGRIA E ABUNDÂNCIA PARA OS ÍNDIOS – DAS FOLHAS ÀS RAÍZES.











VAMOS LEVAR O AIMPIM PARA A COZINHA!



ATENÇÃO! NO FOGÃO, SOMENTE OS ADULTOS PODEM MEXER, POIS O FOGO É PERIGOSO E PODE MACHUCAR.



HUM... CHEGOU O MOMENTO MAIS GOSTOSO. VAMOS COMER! 
QUE DELÍCIA! 































VAMOS EXPLORAR O AIMPIM DE OUTRAS MANEIRAS? 
VAMOS!
























EXISTEM OUTROS ALIMENTOS QUE SÃO FEITOS COM A MANDIOCA. 
FOI MUITO BOM CONHECER A FARINHA DE TAPIOCA E DEGUSTAR ESSA IGUARIA!





LEMBRANDO QUE SÓ OS ADULTOS PODEM MEXER NO FOGÃO, FOMOS PEDIR AJUDA A NOSSA QUERIDA AMIGA FRANCINETE.









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